Prontuário

Histórico e arquivos do paciente num lugar só

Atendimentos, raio-X, fotos e documentos ligados ao cadastro do paciente — com lixeira para o que foi apagado por engano e registro de quem abriu cada arquivo.

O prontuário espalhado é o que mais atrasa a consulta

Na maioria das clínicas, a história de um paciente está repartida: a ficha de papel na gaveta, o raio-X numa pasta do computador da recepção, as fotos no celular do dentista e o combinado do tratamento na cabeça de quem atendeu da última vez. Enquanto todo mundo trabalha junto há anos, isso funciona mal mas funciona.

Ele quebra em três situações concretas. Quando entra um profissional novo e precisa continuar um tratamento que não começou com ele. Quando o paciente some por um ano e volta. E quando alguém pede uma cópia do próprio prontuário — um direito que a LGPD garante — e a clínica descobre que não sabe dizer onde está tudo.

Digitalizar o prontuário não é sobre ter menos papel. É sobre a história do paciente estar inteira no mesmo lugar em que a agenda dele está, e aparecer na tela quando o nome dele é aberto.

O que o prontuário do Big Idea guarda

Preferimos ser diretos sobre o que existe hoje, porque prontuário é assunto em que promessa vaga custa caro para quem compra.

Cadastro e importação de pacientes

Os dados de contato e identificação do paciente, com importação por planilha para quem já tem uma base montada em outro lugar.

Histórico de atendimentos

Cada atendimento fica ligado ao paciente. Abrindo o nome dele, o profissional vê o que já foi feito, quando e por quem — sem depender da memória de quem atendeu antes.

Arquivos do paciente

Raio-X, fotos, documentos digitalizados e o que mais o caso exigir ficam anexados ao cadastro, e não numa pasta solta do computador da recepção.

Lixeira

Arquivo apagado vai para a lixeira em vez de desaparecer. Exclusão por engano deixa de ser uma perda definitiva.

Registro de quem acessou

O sistema guarda quem abriu cada arquivo do prontuário. Para dado de saúde, que a LGPD trata como sensível, saber quem viu o quê é tão importante quanto controlar quem pode ver.

Planos de tratamento e orçamentos

O que foi proposto ao paciente fica registrado com os procedimentos e os valores, e segue para o financeiro quando o tratamento começa.

Quem pode abrir o prontuário

Acesso a dado de saúde não é assunto de confiança pessoal, é assunto de configuração. No Big Idea, cada pessoa da equipe entra com o próprio login, e o perfil define o que ela alcança: a recepção trabalha com agenda, pacientes e arquivos do prontuário, enquanto financeiro e relatórios ficam com quem gerencia a clínica.

Ações sensíveis pedem uma senha de supervisor na hora, e o registro de acesso aos arquivos fica disponível para consulta de quem gerencia — não para a recepção. É uma separação simples, mas é ela que permite responder à pergunta que mais importa num incidente: quem abriu este arquivo, e quando.

Sobre o que a Big Idea faz com esses dados do lado da infraestrutura, escrevemos em detalhe na página de segurança e na política de privacidade.

Como o prontuário entra na rotina

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    Importe a base de pacientes

    Traga por planilha quem já é seu paciente. É o passo que evita recadastrar centenas de pessoas à mão e trava a maioria das migrações.

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    Anexe os arquivos que importam

    Comece pelos pacientes em tratamento ativo: raio-X e fotos recentes no cadastro de cada um. O acervo antigo pode subir aos poucos.

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    Registre o atendimento no dia

    Com a agenda e o prontuário no mesmo sistema, o atendimento é registrado a partir da marcação, sem uma segunda digitação.

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    Defina os acessos da equipe

    Crie o login de cada pessoa e escolha o perfil. Depois, use o registro de acessos para conferir quem abriu os arquivos.

Perguntas frequentes

O Big Idea tem odontograma?

Não. Hoje o prontuário do Big Idea guarda histórico de atendimentos, arquivos (raio-X, fotos, documentos), planos de tratamento e orçamentos, mas não tem odontograma gráfico nem ficha de anamnese estruturada.

Dá para guardar raio-X e fotos do paciente?

Dá. Os arquivos ficam anexados ao cadastro do paciente, junto com o histórico de atendimentos. O que for apagado vai para uma lixeira, em vez de sumir de vez.

Consigo saber quem abriu o prontuário de um paciente?

Sim, para os arquivos: o sistema registra quem acessou cada arquivo do paciente, e quem gerencia a clínica consulta esse registro no painel.

Posso trazer os pacientes que já estão em outro sistema?

Os cadastros, sim: há importação por planilha. Arquivos e histórico de outro sistema precisam ser anexados no Big Idea, e o caminho prático é começar pelos pacientes em tratamento ativo.

O prontuário digital atende à LGPD?

A LGPD se aplica à clínica, que é a controladora dos dados dos pacientes; o sistema é uma das peças. O Big Idea contribui com acesso por login e perfil, senha de supervisor para ações sensíveis, lixeira e registro de quem abriu cada arquivo. O restante — aviso de privacidade aos pacientes, finalidade do tratamento, atendimento a pedidos do titular — é da clínica, e vale conversar com um advogado sobre o seu caso.

Veja se este prontuário atende a sua clínica

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