Anamnese

Anamnese odontológica digital

A resposta do paciente vira aviso na tela de quem atende. Alergia a anestésico, anticoagulante, gestação: o que importa aparece ao lado do nome, e não na terceira página de uma ficha que ninguém releu.

A resposta que importa não pode depender de memória

A ficha de anamnese é preenchida uma vez, no começo do tratamento, e guardada. A alergia a anestésico está lá, escrita com a letra do paciente — na segunda página, dentro de uma pasta, num armário da recepção. No dia da extração, quem atende precisa se lembrar de procurar.

Na maioria das vezes alguém lembra. O problema é a vez em que não lembra: o profissional novo, o encaixe corrido, o paciente que respondeu há um ano e esqueceu de avisar. Uma informação que protege o paciente não pode depender de alguém virar a página.

No Big Idea, a clínica escreve a regra uma vez — por exemplo, “se a resposta para alergia a anestésico for sim, avisar como crítico” — e a partir daí a resposta do paciente vira um alerta que aparece abaixo do nome dele e no agendamento. Quem abre a consulta vê o aviso antes de começar.

O que a anamnese do Big Idea tem

Um modelo pronto, em três seções

A ficha chega com onze perguntas, divididas em condições de saúde, alergias e medicação, e hábitos e histórico. Quatro delas já acendem alerta. As perguntas aceitam seis tipos de resposta: sim ou não, escolha única, múltipla escolha, texto, número e data.

Alerta clínico a partir da resposta

Cada pergunta pode ter uma regra: igual a, uma das opções, maior que, menor que, ou simplesmente respondida. A regra é uma comparação com a resposta, escrita pela clínica, e não um código executado pelo sistema.

Três níveis de alerta

Crítico, atenção e informativo. O crítico vem primeiro e com destaque, e cada nível tem um ícone de forma própria, para não depender só da cor.

O alerta não sai do sistema

O alerta clínico aparece na tela de quem atende e não é enviado por WhatsApp, SMS ou e-mail. É uma decisão de projeto: dado de saúde é sensível, e mensagem é um lugar que a clínica não controla.

Registro de quem leu a ficha

Cada leitura da ficha vigente e das versões anteriores fica registrada com quem abriu, quando, o endereço IP e o navegador.

Corrigir a ficha não apaga a anterior

O paciente responde que não toma nenhum medicamento; seis meses depois, começa um anticoagulante. A ficha precisa mudar — mas a versão antiga não pode sumir, porque foi com base nela que os atendimentos anteriores foram feitos.

Por isso, no Big Idea, a anamnese não tem botão de editar. Tem “Nova versão”: a ficha atualizada passa a valer, e as anteriores ficam no histórico do paciente, com a data e quem registrou. Prontuário é documento clínico, e documento clínico não se reescreve por cima.

Se um dia a clínica precisar explicar por que uma decisão foi tomada, a ficha que valia naquele dia está lá para mostrar.

Como a anamnese entra na rotina

  1. 1

    Comece pelo modelo que já vem

    Onze perguntas em três seções, quatro delas já com alerta. Se a sua clínica pergunta outras coisas, a nossa equipe ajusta o modelo com você — a tela para você mesmo editar as perguntas ainda não existe.

  2. 2

    Preencha com o paciente na primeira consulta

    As respostas ficam no prontuário, e os alertas passam a aparecer na hora, abaixo do nome do paciente.

  3. 3

    Atualize a cada mudança

    Medicamento novo, cirurgia, gestação: registre uma nova versão. A anterior fica no histórico.

Perguntas frequentes

O alerta de alergia aparece para quem vai atender?

Aparece. Os alertas ficam numa tarja abaixo do nome do paciente e também no agendamento, com o crítico primeiro. Sem alerta, a tarja não aparece.

O sistema manda o alerta clínico por WhatsApp?

Não, e é de propósito. O alerta clínico fica dentro do sistema, na tela de quem atende. Dado de saúde é sensível, e o Big Idea não o envia por WhatsApp, SMS ou e-mail.

Posso corrigir uma ficha preenchida errado?

Pode, registrando uma nova versão. A versão anterior não é apagada: ela fica no histórico do paciente, com a data e quem registrou, porque prontuário é documento clínico.

Consigo usar as perguntas da ficha que já uso hoje?

Dá, mas hoje com a nossa ajuda: você manda as suas perguntas e a equipe do Big Idea monta o modelo da sua clínica. A tela para o próprio gerente editar as perguntas está em desenvolvimento. As fichas já preenchidas em papel ou em outro sistema não são importadas: elas continuam onde estão, e a anamnese digital começa na próxima consulta de cada paciente.

O Big Idea tem prescrição digital?

Não. O Big Idea não faz prescrição digital nem gera guia TISS de convênio. A anamnese, o odontograma e os arquivos do paciente ficam no prontuário; a receita precisa de outra ferramenta.

Veja se a anamnese atende a sua clínica

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