Financeiro

Financeiro da clínica odontológica sem planilha

Do orçamento aprovado ao recebimento, com a comissão do profissional calculada em cima do que a clínica realmente recebeu — e não do que foi prometido.

A planilha não erra: ela só não sabe o que aconteceu na cadeira

A maior parte das clínicas controla dinheiro numa planilha, e a planilha até funciona enquanto alguém a alimenta todo dia. O problema é que ela vive longe da agenda e do orçamento: quem digita lá precisa antes descobrir o que foi atendido, o que o paciente pagou, quanto ficou parcelado e qual parte cabe a qual profissional.

Essa distância cria as três dores clássicas. A clínica não sabe, sem fazer conta, quanto tem para receber nos próximos meses. O tratamento parcelado some do radar depois da terceira parcela. E o cálculo da comissão vira uma negociação de fim de mês, feita em cima de números que cada lado apurou por conta própria.

Um financeiro dentro do sistema da clínica resolve isso pela origem: ele não é digitado depois, ele nasce do que já foi marcado, orçado e atendido.

O que o financeiro do Big Idea controla

Faturamento

O que a clínica produziu, a partir dos procedimentos atendidos e dos valores cadastrados — separado do que de fato já entrou no caixa.

Recebimentos

O que foi pago, quando e como. É aqui que o tratamento parcelado deixa de sumir: cada parcela tem a própria linha.

Conta corrente

A movimentação da clínica num extrato, para o dinheiro que entra e o que sai ficarem no mesmo lugar.

Comissionamento

A comissão de cada profissional, calculada sobre o que foi atendido e recebido. O fechamento do mês deixa de ser uma conversa e vira uma consulta.

Convênios

Os convênios atendidos ficam cadastrados e vinculados ao atendimento, então a clínica separa o que é particular do que veio por convênio.

Relatórios e painéis

Painéis de indicadores e relatórios sobre faturamento, recebimentos e agenda, para decidir com número em vez de impressão.

O caminho do dinheiro começa no orçamento

No Big Idea, o financeiro não é uma ilha. Ele começa lá atrás, quando o dentista monta o plano de tratamento e a clínica apresenta o orçamento ao paciente, com os procedimentos e os valores que já estão cadastrados.

Aprovado o orçamento, aquilo deixa de ser uma proposta solta e passa a ser um compromisso que o sistema acompanha: o que foi atendido, o que está por atender, o que já foi pago e o que está em aberto. A agenda alimenta essa linha do tempo, porque cada marcação sabe a qual paciente e a qual procedimento pertence.

O efeito prático aparece na pergunta que todo dono de clínica faz e quase nenhum consegue responder de cabeça: quanto tem para entrar nos próximos noventa dias, considerando o que já está aprovado e parcelado?

Os números do mês sem caçar em cinco telas

O painel financeiro mostra o que entrou, o que está para entrar e o que atrasou, por período. Como a agenda e os orçamentos alimentam a mesma base, o fechamento do mês deixa de ser uma apuração e vira uma consulta.

Os relatórios saem por profissional, por procedimento e por convênio, e podem ser exportados quando a clínica precisa levar o número para o contador ou para uma reunião.

No roteiro, ainda sem data: a Big Idea AI, que vai responder a perguntas escritas em português — quanto entrou este mês, quais pacientes têm parcela em aberto, quanto cada profissional produziu. Ela está em liberação gradual e não tem custo extra para quem já é cliente.

Como o financeiro sai do papel

  1. 1

    Cadastre procedimentos e valores

    É a base de tudo: com os procedimentos e os preços cadastrados, orçamento e faturamento passam a se calcular sozinhos.

  2. 2

    Monte o plano de tratamento e o orçamento

    O que for proposto ao paciente fica registrado com procedimentos e valores, e vira o compromisso que o financeiro vai acompanhar.

  3. 3

    Registre os recebimentos

    Cada pagamento e cada parcela entram no recebimento do paciente. O que está em aberto para de depender de memória.

  4. 4

    Feche o mês pelos painéis

    Comissão por profissional, faturamento, recebido e a receber saem dos relatórios e dos painéis, com os mesmos números para todo mundo.

Perguntas frequentes

O Big Idea emite nota fiscal para o paciente?

Não. O sistema controla faturamento, recebimentos, conta corrente e comissões, mas a emissão de nota fiscal ao paciente continua na ferramenta que a clínica já usa para isso.

Dá para calcular a comissão dos dentistas?

Dá. O comissionamento é calculado a partir do que foi atendido e recebido, com o percentual do profissional. O fechamento do mês passa a ser uma consulta ao sistema, e não uma apuração manual de cada lado.

Como fica o tratamento parcelado?

Cada parcela tem a própria linha no recebimento do paciente, ligada ao orçamento aprovado. Assim a clínica vê o que já entrou, o que está em aberto e o que tem para entrar nos próximos meses.

O sistema faz faturamento de convênio em guia TISS?

Não. Os convênios ficam cadastrados e vinculados ao atendimento, o que permite separar particular de convênio no financeiro, mas o Big Idea não gera guia TISS.

Preciso digitar no financeiro o que já registrei na agenda?

Não. Agenda, orçamento e financeiro são o mesmo sistema: o atendimento marcado e o orçamento aprovado alimentam o financeiro, em vez de exigirem uma segunda digitação numa planilha.

Tire o financeiro da clínica da planilha

Agenda, prontuário e financeiro vêm juntos nos planos do Big Idea. Veja os preços ou converse com a gente no WhatsApp sobre a rotina da sua clínica.

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