Odontograma

Odontograma digital

Cada dente em notação FDI, com cinco faces para marcar e o símbolo do procedimento desenhado dentro dele. E uma data no topo da tela: mude a data e veja a boca do paciente como estava naquele dia.

O odontograma que lembra como a boca estava

O odontograma de papel é do dia em que foi feito. Na primeira consulta alguém marca as cáries, as restaurações e o que falta; depois o tratamento anda, o desenho vai sendo rabiscado por cima, e em dois anos ninguém consegue dizer o que já estava lá e o que apareceu depois. Quando o paciente volta, a pergunta mais útil — o que mudou desde a última vez? — não tem resposta na ficha.

Muito odontograma digital repete o problema com outra aparência: é um desenho salvo, e cada alteração apaga a anterior. A tela mostra o hoje, e o ontem se perdeu no clique que o corrigiu.

No Big Idea, o odontograma não é um desenho guardado. Cada marcação é um registro com data, e a tela monta a boca a partir deles: para cada dente e cada face, mostra o achado mais recente até a data escolhida. Com a data de hoje, é a situação atual. Com a data da primeira consulta, é a boca como ela chegou — a mesma tela, com outra data no topo.

O que o odontograma do Big Idea tem

O que está abaixo é o que existe hoje, conferido no sistema. Onde há limite, ele está dito nas perguntas do fim da página.

Cinco faces por dente

Oclusal ou incisal, vestibular, palatina ou lingual, mesial e distal. Oclusal e incisal são a mesma face conforme o dente, e o mesmo vale para palatina e lingual — o nome certo aparece em cada caso.

Duas vistas de cada dente

A vestibular, com o dente inteiro, coroa e raiz; e a oclusal, a face de mastigação, com as cinco faces pintáveis uma a uma.

Notação FDI, com decíduos e supranumerários

Os 32 dentes permanentes, os 20 decíduos e um supranumerário por quadrante, além da boca inteira e de cada arcada como região própria — para o achado que não é de um dente só.

Desenho por tipo de dente

Incisivo central, lateral, canino, pré-molar e molar têm silhueta própria, com desenho diferente onde a anatomia muda entre a arcada superior e a inferior. Os desenhos foram feitos pela Big Idea.

Dez condições prontas, e as suas por cima

O odontograma já chega com hígido, cariado, restaurado, fraturado, em acompanhamento, canal tratado, coroa, implante, extraído e ausente — cada uma com cor e desenho próprios, e sabendo se vale por face ou pelo dente inteiro. A clínica que marca outra coisa cria as condições dela, com o rótulo, a cor e o símbolo que quiser.

O procedimento desenhado no dente

Quando o achado está ligado a um procedimento do plano de tratamento, o símbolo dele aparece dentro do dente, e não só numa legenda ao lado.

Nada é sobrescrito

Um achado novo corrige o anterior, e o anterior continua no histórico. Prontuário é documento clínico: o que foi registrado não some porque alguém marcou outra coisa por cima.

Quem leu o prontuário

Controlar quem pode abrir o prontuário é metade do trabalho. A outra metade é saber quem abriu. A LGPD trata dado de saúde como sensível, e num incidente — ou quando o próprio paciente pergunta — a resposta que vale é a que está registrada, não a que alguém lembra.

No Big Idea, cada leitura do odontograma e dos achados do paciente fica registrada com quem abriu, quando, de qual endereço IP e de qual navegador. O registro não é editável nem apagável, e a consulta a ele é restrita a quem gerencia a clínica, não à recepção.

É o mesmo cuidado que já existia para os arquivos do prontuário, estendido ao odontograma e à ficha de anamnese.

Como o odontograma entra na rotina

  1. 1

    Confira as condições, e acrescente as suas

    As dez mais comuns já estão cadastradas. Se a sua clínica marca algo além delas, é aqui que você cria — com rótulo, cor e símbolo, e escolhendo se vale por face ou pelo dente inteiro.

  2. 2

    Marque o que encontrou na primeira consulta

    É a fotografia de partida. Daqui a dois anos, é esta data que responde como o paciente chegou.

  3. 3

    Registre o que muda, no dia em que muda

    O achado novo fica com a data dele. A tela de hoje mostra a situação atual sem apagar a de antes.

  4. 4

    Volte no tempo quando precisar

    Na revisão, no retorno ou na conversa com o paciente, troque a data no topo da tela e compare.

Perguntas frequentes

O odontograma mostra como o paciente estava numa consulta antiga?

Mostra. A tela tem uma data: para cada dente e cada face, ela exibe o achado mais recente até aquele dia. Escolha a data da primeira consulta e você vê a boca como ela chegou.

Corrigir uma marcação apaga a anterior?

Não. O achado novo corrige o anterior, e o anterior fica no histórico do paciente, com a data e quem registrou.

O odontograma já vem com as condições cadastradas?

Vem, com dez: hígido, cariado, restaurado, fraturado, em acompanhamento, canal tratado, coroa, implante, extraído e ausente. Dá para marcar o primeiro dente no primeiro dia. A clínica que precisa de outra condição cria a dela, com rótulo, cor, símbolo e o alcance por face ou pelo dente inteiro.

Dá para trazer o odontograma do sistema que uso hoje?

Não há importação de odontograma de outro sistema. Os cadastros dos pacientes vêm por planilha; o odontograma começa no Big Idea, e o caminho prático é marcá-lo na próxima consulta de cada paciente.

O Big Idea tem prescrição digital ou guia TISS?

Não. O Big Idea não faz prescrição digital nem gera guia TISS de convênio. O odontograma, a anamnese e os arquivos do paciente ficam no prontuário, mas receita e faturamento de convênio precisam de outra ferramenta.

Veja se o odontograma atende a sua clínica

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